Criei um Tumblr, e agora (para falar sobre os meus devaneios)
tenho dois ambientes. (passe em casa: fsoares)
Porém lá, eu tenho um ambiente mais adepto à imagens,
e pequenos títulos que possam dizer algo sobre os meus pensamentos.
E aqui posso compartilhar sentimentos específicos,
descritos em palavras (que confesso, são minha paixão).
Mas, nada impede que eu escreva lá, alguns textos,
que possam ter ligação com a imagem apresentada,
porém, se isso fizer, não deixarei de publicar aqui,
os meus devaneios descritos em palavras.
just this.
Aquela noite eu senti o tal frio na espinha,
desses que te fazem tremer sob o cobertor.
Eu deveria estar acostumado, passava por isso quase todo mês.
Engana-se quem acha que é ruim.
Pelo contrário, é um dos sentimentos
mais entusiasmantes que eu já experimentei.
Mas aquela noite eu sabia que era o fim,
talvez não o ponto final, mas a vírgula com certeza.
E por saber ser o fim, me senti diferente.
É complexo esse assunto:
Até onde deve se apoiar os sonhos de uma criança?
Sabe-se que talvez ela não saiba lidar com a frustração.
E assim eu passei anos da minha vida,
como se dormindo de olhos abertos.
Sabe aquele brilho nos olhos? Não sei!
Falta-me atitude pra mudar.
E aí, eu ouço certa música,
e o fogo baixo vira fogueira.
E eu entendo que a luz que acabou de nascer,
é porque aquela de trás apagou.
“Vamos começar colocando um ponto final,
pelo menos já é um sinal,
de que tudo na vida tem fim.
Vamos acordar, hoje tem um sol diferente no céu,
gargalhando no seu carrossel,
gritando nada é tão triste assim.
Tudo novo de novo,
Vamos nos jogar onde já caímos,
tudo novo de novo,
Vamos mergulhar do alto onde subimos.
Vamos celebar nossa própria maneira de ser,
que a luz que acabou de nascer,
é porque aquela de trás apagou.
Vamos terminar inventando uma nova canção,
nem que seja uma outra versão,
pra tentar entender que acabou.”
- Tudo novo de novo (Paulinho Moska) -


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