O tempo passa arrastado, como se cada minuto fosse uma eternidade.
E, como pode? Ele passa depressa ao mesmo tempo.
A cada segundo que eu conto, a cada milésimo esperado,
eu sei que estou ficando pra trás.
"O tempo não pára" como disse Cazuza, e com certeza não parou pra mim.
Pode ser clichê, mas a vida é muito curta.
Se eu não aproveitar agora, quando será?
É como se eu estivesse vivendo precocemente.
Não é tempo de aproveitar apenas o fim de semana,
ou nem ele aproveitar, impondo à ele a tarefa de descansar, e apenas descansar, pra quando o 'Fantástico' acabar, me lembrar que amanhã começa tudo outra vez.
Não é tempo de se responsabilizar por tantas coisas,
às vezes há de ser irresponsável, buscar a loucura,
pra que não se caia na mesmisse de se deixar "sentar numa poltrona em dia de domingo."
E o Rio de Janeiro continua lindo...
1 de março de 2010
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